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30 de ago de 2011

Daniel reforça o Paysandu

écimo sétimo contratado desde o fim do Campeonato Paraense, o mineiro Daniel chegou ontem à tarde a Belém para ser mais uma opção para a cabeça-de-área bicolor. Aos 23 anos, o jogador conhece muito bem o futebol paraense. Antes de se transferir para o Grêmio Barueri-SP, que na época estava sediado em Presidente Prudente (SP), ele já havia defendido o Vila Rica/Cametá e o Águia. Como estava treinando normalmente no elenco do clube paulista, o jogador está bem fisicamente e, se for regularizado, pode até ser relacionado para o próximo jogo, o
confronto com o Rio Branco-AC no dia onze de setembro.
“Estava treinando normalmente e tenho condições de jogar. Agora é só conhecer o grupo e esperar por uma oportunidade”, afirmou Daniel, que além do meia binho, amigo pessoal dele, conhece alguns dos novos companheiros. “Conheço alguns jogadores do ano passado. O Robinho por termos atuado juntos, outros por ter enfrentado como Sandro, Thiago Potiguar, Leandro Camilo, Alexandre Fávaro. Sei que quem está aqui é porque tem qualidade e isso facilita quanto à adaptação. O grupo é bom e bem servido de volantes, eu chego para procurar meu espaço no dia a dia para poder jogar”. Ao todo, o grupo possui cinco volantes: Sandro, Rodrigo Pontes, Charles Vagner, Neto e Alexandre Carioca.
Essa amizade de longa data com Robinho fez com que mesmo antes do primeiro convite bicolor ele passasse a acompanhar o Paysandu na Terceirona. Após o contato inicial, esse acompanhamento passou a ser sistemático. “Eu vinha acompanhando sempre a Série C. Tenho amizade com o Robinho e conversamos sempre. Depois do primeiro contato passei a acompa-
nhar mais ainda, procurando informações do elenco”.
Curiosamente, a temporada passada, a que teve maior destaque em sua carreira, terminou com o jogador pensando em encerrar a carreira profissional. Após o fim da Série C e o contrato com o Águia, problemas pessoais e uma negociação frustrada com o Atlético-GO deixaram-no desgostoso com a profissão. Ele lembra que os dirigentes do time marabaenses e uma proposta para defender um clube da Série B demoveramlhe da ideia.Não tinha nada a ver com o Águia. Quando acabou a Série C eu pensei em parar de jogar por causa de problemas pessoais. O pessoal do Águia me ajudou bastante. O Galvão conversou comigo e deu bons conselhos”, lembrou. “Teve até uma proposta no meio do ano para ir para a Série A (Atlético-GO) mas não deu certo”.

Fonte: O Liberal

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