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5 de nov de 2011

28 de out de 2011

Camisa anos 90

Pra mim essa é a camisa mais linda que o Paysandu já usou. Se alguém tiver ela eu me interesso em comprar!

Poster do Paysandu 1980-81-82 (2)

Poster do Paysandu 1980-81-82

Poster do Paysandu 1984-85

Paysandu Bí-Campeão Paraense de 84 e 85.

Poster do Paysandu 12/04/74

Paysandu na Placar 212 Com Poster 12/04/74 Curitiba Pará

Poster do Paysandu antes do jogo contra o Cruzeiro em Fortaleza

Poster do Paysandu 1980

Poster do Paysandu 2000

Clique na imagem para amplia-lá!

Poster do Paysandu 1998

Clique na imagem para ampliá-la!

Camisa Paysandu 1998



Sandália do Papão

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Lobinho do Papão



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Camisa Branca Retrô do Papão





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Camisas Retrô do Papão




São lidas, não são? Quer comprar? Estão à venda no site http://www.camisasdefutebolretro.com/product.php?id_product=402 aproveite!

20 de out de 2011

Paysandu 2x0 Fortaleza 1993


Jogo válido pelo Brasileirão serie A de 1993, foi realizado no Ceará (castelão)

Camisa Paysandu 2008

Esta camisa foi utilizada pelo Paysandu no ano de 2008, foi uma estratégia de marketing feita com base na camisa da seleção da Croácia utilizada na copa do mundo. O material da camisa era leve e se modelava no corpo do atleta e sua produtora foi a Finta.

5 de out de 2011

Poster do Paysandu time campeão brasileiro 91

Escalação do Paysandu no último jogo (Paysandu 2x0 Guarani): Luiz Carlos; Paulo Cruz, Ari, Léo e Pedrinho; Edgar, Oberdan e Maurício(Jorginho Macapá), Cacaio, Dadinho e Jérson.

Técnico: Joel Martins

Campanha:

• PRIMEIRA FASE
27/01/1991 PAYSANDU 4 X 2 MARANHÃO
30/01/1991 SAMPAIO CORRÊA 0 X 1 PAYSANDU
03/02/1991 RIO NEGRO 0 X 0 PAYSANDU
07/02/1991 PAYSANDU 5 X 1 RIO BRANCO
17/02/1991 PAYSANDU 2 X 1 TUNA LUSO
24/02/1991 INDEPENDÊNCIA 0 X 3 PAYSANDU
03/03/1991 PAYSANDU 3 X 0 REMO
10/03/1991 MARANHÃO 1 X 0 PAYSANDU
17/03/1991 PAYSANDU 1 X 0 SAMPAIO CORRÊA
24/03/1991 PAYSANDU 3 X 1 RIO NEGRO
31/03/1991 TUNA LUSO 1 X 1 PAYSANDU
03/04/1991 REMO 1 X 1 PAYSANDU
04/04/1991 PAYSANDU 2 X 0 INDEPENDÊNCIA
14/04/1991 RIO BRANCO 0 X 1 PAYSANDU

• OITAVAS-DE-FINAL
21/04/1991 PAYSANDU 1 X 0 CEARÁ
28/04/1991 CEARÁ 1 X 1 PAYSANDU

• QUARTAS-DE-FINAL
01/05/1991 ABC 1 X 0 PAYSANDU
05/05/1991 PAYSANDU 3 X 1 ABC

• SEMI-FINAL
09/05/1991 AMERICANO 1 X 0 PAYSANDU
13/05/1991 PAYSANDU 1 X 0 AMERICANO

• FINAL
19/05/1991 GUARANI 1 X 0 PAYSANDU
26/05/1991 PAYSANDU 2 X 0 GUARANI

Papel de parede círio Paysandu

4 de out de 2011

Camisa de viagem modelo 2011 do Paysandu

Agora sim, a camisa de viagem do Papão da curuzú! Modelo 2011, a lotto caprichou!

Camisa de concentração modelo 2011 do Paysandu

Camisa de concentração do Paysandu Sport Club, modelo 2011. Exclusividade aqui no blog galera!

29 de set de 2011

Círio Bicolor

Paysandu, Campeonato Paraense de 1979 e 1980



Da esquerda para a Direita: Carlos Afonso, Albano, Chico Alves, Paulo Guilherme, Aldo e Marcos.
Agachados: Evandro, Carlinhos Maracanã, Darío, Roberto Bacuri e Lupercínio (Que infelizmente nos deixou ha poucos dias).

Por ANTONIO R. RODRIGUES NETO.

O Paysandu havia perdido o título de 1979 para o Remo. Aquele time de 1979, tinha como atração maior, Dario Maravilha quase em fim de carreira, em sua estréia no mês de abril daquele ano, jogo contra o Remo teve no Mangueirão não se sabe como, um público superior a 69.000 torcedores.

O campeonato foi disputado em quatro turnos, sendo que o Remo ganhou os dois primeiros e o Paysandu os dois último, indo os dois maiores rivais para o quadrangular final em igualdades de condições.

Na semana da decisão, a diretoria do Paysandu achou de programar uma jogo amistoso com o time completo, inclusive Dario Maravilha na vizinha cidade de Macapá. Ocorre que neste jogo, nosso artilheiro foi atingido no braço esquerdo por um zagueiro do time adversário e no dia da decisão do campeonato paraense daquele ano, não estava 100% em condições de jogo.

Mesmo assim, o Paysandu jogou muito bem e marcou um gol logo no inicio do segundo tempo através de Lupercinio, que formava o ataque juntamente com Evandro e Darío.

O problema é que do outro lado também tinha um time muito bom que havia feito um belíssimo Campeonato Nacional dois ano antes, em 1977 e tinha jogadores muitos bons como Bira que depois foi vendido para o Inter de Porto Alegre eu como torcedor do Paysandu tenho que reconhecer que aquele time do Remo era um timaço.

Ocorre que após o gol, logo no inicio do segundo tempo, o time do Paysandu parece que se “acomodou”, passando a jogar só se defendendo e diante dessa retranca, o Remo foi todo pra cima e na cobrança de um escanteio, após rebote da zaga do Paysandu formada por Albano e Paulo Guilherme, Luis Augusto, que jogou no Vasco nos tempos de Orlando Fantoni, acertou uma bomba de fora da área, sem chances para o goleiro Carlos Afonso, empatando o jogo.

Poucos minutos depois, num contra-ataque rapidíssimo, o centroavante Bira, que era artilheiro nato, ficou sozinho com Paulo Guilherme e após passar por este, não teve trabalho nenhum em mandar a bola mais uma vez para o fundo das redes de Carlos Afonso, decretando dessa maneira a vitória e conseqüentemente conquistando o tri-campeonato para o Remo.

No Campeonato paraense de 1980, o Paysandu veio bastante modificado, reformulou quase totalmente o time, inclusive contratou Luis Augusto que jogou pelo Remo no ano anterior.

Mas mesmo assim, o time não estava passando confiança para o torcedor, chegou a fazer algumas contratações de impacto, para ver se o time melhorava, entre essas contratações podemos citar Flávio, que havia sido campeão brasileiro pelo Internacional de Porto Alegre em 1976 e contratou também Chico Fraga que também havia jogado no time gaúcho.

Mesmo diante dessas contratações, o time não “engrenou”, chegando a perder alguns pontos para os times chamados pequenos.

O time era treinado por João Avelino, muito conhecido por todos, mas apenas o técnico não era suficiente para ganhar o campeonato e evitar o tetra do maior rival.

A torcida protestava nos treinos, nos jogos e não adiantava nada, a diretoria presidida por Antonio Couceiro, estava sem saber o que fazer.

A crise se instalou de vez quando num jogo, não me lembro bem se foi pelo primeiro ou segundo turno, contra o Tiradentes, que era formado pelo pessoal da Polícia Militar, o Paysandu foi derrotado, dentro da Curuzu por 1 x 0, gol do ponta-direita chamado Hermínio, num contra-ataque fulminante.

A torcida ficou inconformada, enfurecida, enlouquecida e queria de qualquer maneira, “falar” com o presidente, teve gente que ficou até às 21:00h esperando para ter uma “conversa” com a diretoria e nada dos dirigentes saírem do estádio.

Passado alguns dias, e já com os ânimos mais calmos a diretoria anunciou uma contratação que pra mim como torcedor apaixonado pelo Paysandu, foi a melhor de todos os tempos.
A diretoria acabara de acertar a contratação de Chico Spina, que havia sido campeão brasileiro invicto pelo Internacional de Porto Alegre um ano antes, em 1979.

Chico Spina chegou, e fez gols em quase todos os jogos, era artilheiro nato, se encaixou direitinho no esquema montado pelo técnico João Avelino.

No quadrangular final que foi disputado por Paysandu, Remo, Sport Belém e Tuna Luso, o Paysandu venceu todos pelo mesmo placar, 2 x 0, o ultimo jogo, que decidiu o título, foi contra a Tuna pois o Paysandu já havia despachado os outros dois participantes.

A decisão, não lembro bem porque, foi disputada num sábado a noite e eu não poderia deixar de ver o Paysandu ser campeão após 04 anos, pois o último título paraense havia sido em 1976. Pois bem o primeiro tempo, terminou 0 x 0, veio o segundo tempo e não demorou muito o Paysandu marcou com Lupercínio, que formava o ataque com Evandro (ponta-direita) e Chico Spina. O segundo gol foi marcado por Zezinho que tinha vindo do juvenil, (naquela época era assim que se falava) do Fluminense do Rio de Janeiro e jogava de Lateral Esquerdo.

O time daquela noite jogou com: Sérgio Gomes, Aldo, Lineu, Marcos e Zezinho. Luis Augusto, Carlinhos Maracanã e Patrulheiro. Evandro, Chico Spina e Lupercínio.

Bem estes são os relatos sobre os campeonatos de 1979 e 1980, espero que possa contribuir com a Comunidade Retrato na Parede.

Poster do Paysandu na Libertadores 2003

Em pé, da esquerda para direita: Tinho, José Silvério (Médico) Ronaldo, Jorginho, Luiz Fernando, Rodrigo e Vanilton Zambrotti (Prep. Físico)
Agachados: Lecheva, Welber, Iarley, Wanderson, Robson e Sandro Goiano.

Time histórico que venceu por 1x0 o Boca Juniors pelas oitavas de final da libertadores de 2003, em plena La Bombonera.

BOCA JUNIORS (ARG) 0 X 1 PAYSANDU (PA)
Data: 24/04/1993
Taça Libertadores / 8ª de Final
Local: estádio La Bombonera / Buenos Aires
Árbitro: Carlos Amarilla (PAR)
Auxiliares: Ubaldo Aquino (PAR) e Miguel Giacomuzzi (PAR)
Cartões amarelos: Iarley, Ronaldo , Cascini, Donnet
Cartões vermelhos: Róbson, Vanderson , Clemente Rodríguez
Gol: Iarley 23/2º
BOCA JUNIORS: Abbondanzieri; Ibarra (Calvo), Burdisso, Crosa e Clemente Rodríguez; Battaglia (Moreno), Cascini, Cagna (Tévez) e Donnet; Guillermo Barros Schelotto e Delgado /Técnico: Carlos Bianchi

Paysandu 3x0 Remo - 1991

Campanha do campeonato brasileiro de 1991, Paysandu rumo ao título atropelando o Clube do remo. Gols: 2 de Cacaio e 1 de Mazinho.

13 de set de 2011

Promessa renovada



Edson Gaucho voltou, tarde? Talvez, mas o que importa é que a nação bicolor nunca deixe de acreditar no acesso. A promessa foi renovada, vamos subir Papão!

31 de ago de 2011

BOMBA! Rio Branco pode ser eliminado da Série C

A ação cautelar preparatória com pedido de liminar pelo Estado do Acre e Rio Branco para liberação do estádio Arena da Floresta ao público para o confronto contra a Luverdense-MT, dia 31 de julho, após o estádio se interditado pela Procuradoria de Defesa do Consumidor, pode custar caro para o Rio Branco FC. Nesta sexta-feira, o bicampeão acreano vai responder no Superior Tribunal de Justiça Desportivo (STJD), podendo ser multado ou até mesmo excluído da disputa do Campeonato Brasileiro da Série C.

Conforme juristas desportivos, nenhum clube deve violar o estatuto da Fifa ao sair da esfera desportiva, indo à Justiça Comum, para resolver casos do futebol.

O presidente estrelado, desportista Natal Xavier já acionou o departamento jurídico do clube para fazer a defesa da agremiação.

Fonte: Manoel Façanha

http://www.futeboldonorte.com/noticias_materia.php?id=50686

Curuzu recebe amistoso

Com a folga nessa rodada e um grupo “inchado”, com muitos jogadores que ainda não tiveram chance de atuar, a diretoria do Paysandu programou para a próxima sexta-feira um amistoso contra o Time Negra. O “Papão B”, que disputa a Segundinha do Parazão 2012, também folga no final de semana. O jogo está marcado para as 19h30, na Curuzu. O time bicolor vai usar mui-
tos jogadores que ainda não jogaram ou que só estiveram em campo por poucos minutos, como o goleiro Fernando Vizzotto, o zagueiro Rodrigo Salomón, o meia Juliano e o atacante Diogo Galvão.
O volante Daniel, contratado na última sexta-feira e que começou a treinar ontem, pode ser uma das caras novas no jogo. “Será uma boa oportunidade para quem não vem jogando. Espero ter chance de participar de pelo menos parte do jogo, mas isso depende ainda do ‘professor’ Roberto”, comentou o jogador. O técnico Roberto Fernandes explicou o motivo da contratação do jogador. “Não estava no planejamento mais um volante, até que a lesão do Alexandre Carioca se mostrou mais séria do que se esperava. O Daniel, por conhecer bastante o futebol paraense, foi a melhor opção”.
Para o lateral-esquerdo Fábio, que recuperou-se há pouco de lesão, pode ser a chance de começar a retomar o ritmo de jogo perdido com o longo de tempo de tratamento. “Estou há muito tempo parado, quase 20 dias de inatividade e agora voltando a trabalhar com bola.
Para mim será muito bom, será uma oportunidade de voltar a jogar. Não só para mim, mas
para todo mundo que está de fora. É bom mostrar serviço para o Roberto”.

Fonte: O Liberal

ESTRATÉGIA CONTRA CALOR

Quando voltar a campo pela Série C, o Paysandu terá um adversário a mais que o Rio Branco. Como o jogo está confi rmado para as 16 horas de Brasília, na verdade, a partida vai começar às 14 horas de Belém, devido ao fuso da capital acreana. Como a mudança de horário é improvável, já que depende do Rio Branco, o grupo bicolor vai tentar minimizar os efeitos da alta temperatura. Para o preparador físico, a estratégia já começou. “A nossa preocupação é um dia antes começar a hidratar os atletas adequadamente. Quanto mais o jogador se hidratar e fi zer isso de uma maneira correta, menos desgaste ele vai ter em campo.
A performance dele vai demorar durante o jogo, então a nossa preocupação é alimentação e hidratação antes desse jogo”, explicou Juidecce. Para o dia do jogo, caso o horário seja mesmo mantido, será feita outra operação de guerra para evitar um desgaste maior. De acordo com Juidecce, mudança dos horários de alimentação e hidratação constante serão utilizados para que os bicolores possam ter um bom desempenho. “O despertar do atleta é mais cedo. Então, ele toma café mais cedo, almoça mais cedo e a alimentação também é mais leve”.

Fonte: O Liberal

Preparador discorda: período será produtivo

Ao final do jogo de domingo passado com o Luverdense (MT), na Curuzu, muitos jogadores do Paysandu estavam desgastados fisicamente, alguns com câimbras e se arrastando em campo nos minutos finais. O volante Rodrigo Pontes, por exemplo, chegou a perder quatro quilos depois
dos 90 minutos. O preparador físico do grupo bicolor, Rogério Juidecce, garante que esta é uma situação normal do esforço não só pelo jogo, mas também pela competição. É que nesta e em outras partidas, é o Papão quem tem corrido mais atrás do resultado. Situação, inclusive, ob-
servada pelo técnico Roberto Fernandes, de que o time não pode deixar para fazer os gols nos minutos finais. Essa busca pelo resultado acaba sendo um fator a mais de desgaste.
“Sem dúvida. É muito mais fácil você desarmar do que você criar. Quando a gente sai atrás no placar, o time tem que se desgastar três vezes mais do que o normal. Geralmente esses times que vêm jogar contra o Paysandu atuam na retranca. Então, o nosso desgaste tem sido muito maior do que o dos nossos adversários”, explicou Juidecce.Se por um lado, o treinador considera prejudicial o período de duas semanas sem jogos oficiais, o preparador físico vê nesses dias a oportunidade de condicionar melhor o elenco. Até o próximo jogo, dia 11 de setembro contra o Rio Branco-AC, fora de casa, Juidecce vai dosar os treinos para dar um descanso para quem necessita. “Não são 15 dias de descanso, mas sim para dosar a carga de treinamento de quem vinha jogando. A gente finaliza a nossa semana no domingo, dia do jogo. Depois da partida, a gente tem três grupos de treinamento: os que jogaram os 90 minutos, os que não jogaram e os que nem foram relacionados para a partida. Então, sempre que a gente reinicia uma semana, há uma divisão no grupo de atletas para condicioná-los de maneira diferente”

Fonte: O Liberal

Folga pode prejudicar o Papão

O técnico do Paysandu, Roberto Fernandes, esteve ontem à tarde nos estúdios da TV Liberal para participar ao vivo do programa Globo Esporte. Na ocasisão, ele respondeu a algumas questões mandadas por telespectadores. Entre outras coisas, afirmou que as duas semanas sem jogos oficiais até a partida diante do Rio Branco (AC) pode ser mais prejudicial do que benéfico para o grupo bicolor. Ele também afirmou que a defesa tem mostrado serviço e comentou os pedidos de alguns torcedores por mudanças no meio-de-campo.
O treinador classificou as duas semanas até o jogo contra o Estrelão como uma inter-
rupção no ritmo de trabalho do Paysandu. “O time dá uma parada quando começa a ganhar ritmo. Numa competição de tiro curto, não é tão interessante essa parada”. Sobre o desgaste físico sofrido no últi-
mo domingo, ele afirmou que a cobrança excessiva sobre os atletas como outro fator de desgaste. “A questão é de preparação, física e mental. Não tenho dúvida que o Paysandu é o time mais cobrado nessa Série C. É o mais tradicional e está há cinco anos (nessa divisão). Os jogadores sabem dessa responsabilidade e há um desgaste mental”.
Fernandes desconsiderou os pedidos de mudança no setor defensivo, lembrando que o grupo do Paysandu ganha com as opções que tem. “É uma polêmica boba. As pessoas escutam as coisas e vão atrás dela. Temos três excelentes meias e o grupo está muito comprometido com a campanha do time”, afirmou.
O técnico defendeu a campanha bicolor, alegando que o time é o terceiro colocado na classificação e que ainda está em crescimento. Ele também se referiu à melhora significativa que a equipe teve na marcação em relação ao começo do ano. “Nenhum time que leva muitos gols vai a lugar algum. Qualquer construção se começa pela base. Em seis jogos levamos quatro gols e
sempre jogamos com dois meias e dois atacantes”, disse. “Em apenas uma rodada não
estivemos na liderança. Todos os jogadores ainda têm muito a dar e vão dar ainda pelo Pay-
sandu”, garante Fernandes.

Fonte: O Liberal

30 de ago de 2011

Paysandu x Santa Rosa (1997) - Vital faz o gol mais rápido do mundo!



Eu estava neste jogo, entretanto não vi o gol rsrs

Papão joga às 14 horas

Quando voltar a jogar pela Série C o Paysandu vai à capital acreana encarar o Estrelão. Essa e a última rodada terão todos os jogos no mesmo horário. Marcada para 16 horas no horário de Brasília (DF), o jogo, por causa do fuso horário de Rio Branco (AC) e as mudanças
feitas nos fusos nacionais, será realizado às 14 horas locais. Nesse horário não há cidade na região amazônica que não registre temperaturas que não sejam das mais elevadas.
A diretoria bicolor entrou com ofício na FPF para ser repassado a CBF para tentar uma mudança, alegando falta de condições para os atletas. No entanto, o documento tem caráter apenas de aviso, pois teria que partir do Rio Branco-AC, o mandante do jogo, a iniciativa da troca. “O Paysandu já levantou essa questão e fez ofício para a FPF. O jogo será às 14 horas no Acre e não tem condições de se ter uma partida nesse horário”, informou o presidente Luiz Omar Pinheiro.Além dessa mudança, o comandante bicolor voltou a reclamar do fato dos jogos do Paysandu quando em Belém serem transmitidos também para a capital. Em mais um jogo com poucos torcedores em relação à expectativa criada embora o estádio se mostrasse quase todo lotado, a despeito do que o dirigente afirma, ele pediu mais sensibilidade ao Governo do Estado quanto à questão, embora tenha assinado contrato com essas cláusulas no começo do ano.“Ainda estou t r iste porque o público era para ser de pelo menos doze mil pessoas. Falta bom senso ao Governo por esses jogos para a capital. Tenho certeza que o governador
Simão Jatene não está a par disso. Perdemos cerca de R$ 100 mi l por jogo”, disse. “Está
faltando sensibilidade quanto a essas transmissões”, completou Pinheiro.

Fonte: O Liberal

Treinador só pede tranquilidade

O elenco bicolor se reapresenta hoje à tarde e começa o período de duas semanas de preparação até o próximo compromisso. Líder do Grupo A com onze pontos, o Papão corre o risco de perder a posição e, inclusive, sair das suas primeiras colocações após o fim da próxima rodada, quando folgará. Águia e Rio Branco-AC têm dez pontos e se somarem ao menos um ponto empatam com o Paysandu. Se vencerem, ficam à frente.
O time da capital paraense depende das próprias forças e uma das coisas que o técnico Roberto Fernandes mais tem pedido aos jogadores é tranquilidade. Ele sabe que parte da pressão que ele e os atletas recebem é referente aos anos que o clube tem passado na terceira divisão.
Como para muitos a classificação tem tudo para ser confirmada na rodada final, quando o Papão encara o já desclassificado AraguaínaTO, o jogo com o Estrelão passa a ser a oportunidade de pontuar fora de casa e deixar essa ida à segunda fase menos traumática. “Diante de todo drama que essa torcida vem passando, o que ela não merece, vamos a Rio Branco (AC) em busca de um bom resultado que nos deixe muito próximos à classificação”, disse Fernandes após o jogo de domingo. “O momento é de nos fecharmos. O elenco está assim. Os jogadores se respeitam e estão concentrados demais em busca dessa classificação”.

Fonte: O Liberal

Paysandu 1 x 0 Luverdense

Daniel reforça o Paysandu

écimo sétimo contratado desde o fim do Campeonato Paraense, o mineiro Daniel chegou ontem à tarde a Belém para ser mais uma opção para a cabeça-de-área bicolor. Aos 23 anos, o jogador conhece muito bem o futebol paraense. Antes de se transferir para o Grêmio Barueri-SP, que na época estava sediado em Presidente Prudente (SP), ele já havia defendido o Vila Rica/Cametá e o Águia. Como estava treinando normalmente no elenco do clube paulista, o jogador está bem fisicamente e, se for regularizado, pode até ser relacionado para o próximo jogo, o
confronto com o Rio Branco-AC no dia onze de setembro.
“Estava treinando normalmente e tenho condições de jogar. Agora é só conhecer o grupo e esperar por uma oportunidade”, afirmou Daniel, que além do meia binho, amigo pessoal dele, conhece alguns dos novos companheiros. “Conheço alguns jogadores do ano passado. O Robinho por termos atuado juntos, outros por ter enfrentado como Sandro, Thiago Potiguar, Leandro Camilo, Alexandre Fávaro. Sei que quem está aqui é porque tem qualidade e isso facilita quanto à adaptação. O grupo é bom e bem servido de volantes, eu chego para procurar meu espaço no dia a dia para poder jogar”. Ao todo, o grupo possui cinco volantes: Sandro, Rodrigo Pontes, Charles Vagner, Neto e Alexandre Carioca.
Essa amizade de longa data com Robinho fez com que mesmo antes do primeiro convite bicolor ele passasse a acompanhar o Paysandu na Terceirona. Após o contato inicial, esse acompanhamento passou a ser sistemático. “Eu vinha acompanhando sempre a Série C. Tenho amizade com o Robinho e conversamos sempre. Depois do primeiro contato passei a acompa-
nhar mais ainda, procurando informações do elenco”.
Curiosamente, a temporada passada, a que teve maior destaque em sua carreira, terminou com o jogador pensando em encerrar a carreira profissional. Após o fim da Série C e o contrato com o Águia, problemas pessoais e uma negociação frustrada com o Atlético-GO deixaram-no desgostoso com a profissão. Ele lembra que os dirigentes do time marabaenses e uma proposta para defender um clube da Série B demoveramlhe da ideia.Não tinha nada a ver com o Águia. Quando acabou a Série C eu pensei em parar de jogar por causa de problemas pessoais. O pessoal do Águia me ajudou bastante. O Galvão conversou comigo e deu bons conselhos”, lembrou. “Teve até uma proposta no meio do ano para ir para a Série A (Atlético-GO) mas não deu certo”.

Fonte: O Liberal

Técnico do Luverdense tira sarro

Técnico Lisca, do Luverdense, disse que acompanhou tudo o que aconteceu na pre-
paração do Paysandu na semana passada. E tirou um sarro: “O Roberto Fernandes mandou fechar portões do estádio achando que tinha ‘espião’ nosso aqui. Mas eu pude ver o treino ao vivo na transmissão feita pelo twitcan”. E o pior é que a transmissão foi anunciada. É uma história que viraria piada de brasileiro em Portugal. Francamente!

Fonte: O Liberal

Vitória também ajuda no repouso

Na visão de quem não tem noção dos aspectos fisiológicos do futebol, o tão necessário repouso dos bicolores (48 horas para uns e 66 horas para outros) pareceria inconcebível se o Papão não tivesse vencido o Luverdense. Com a vitória, o repouso torna-se inquestionável. Mas é importante compreender que descanso na medida certa não é prêmio nas vitórias, assim como a volta precipitada ao trabalho não poderia ser encarada como castigo.
Se tivesse que jogar no próximo fim de semana, o Papão não daria a folga que está dando. Teria que haver sacrifício! Mas como a tabela permite, a comissão técnica faz o que a ciência recomenda para evitar lesões e queda de rendimento lá na frente, até porque o time deve continuar correndo mais que a bola pelos seus objetivos.

Fonte: O Liberal

Desgaste dos bicolores foi acima do normal

A alta temperatura ambiente e a correria intensa do jogo contra o Luverdense funcionaram como “tortura” física para os atletas do Papão. Rodrigo Pontes perdeu 3,6 quilos, correspondentes a 4% do seu peso nor-mal. Mas o maior desgaste foi de Thiago Potiguar (foto),
Rafael Oliveira e Sidny, que inclusive tiveram cãimbras (contrações involuntárias e
dolorosas da musculatura) depois dos 30 minutos do segundo tempo. Esses jogadores estão sob cuidados especiais para a recuperação metabólica. Eles e outros que jogaram os 90 minutos
só voltam a trabalhar amanhã pela manhã.Fora da próxima rodada, o Paysandu ganhou tempo para um repouso providencial. Caso contrário, haveria grande risco de lesões. O repouso será fundamental também pelo fato de o próximo jogo reservar uma fadiga ainda maior. Será em Rio Branco, no próximo dia 11, no calor infernal da tarde acreana. Um agravante para as condições climáticas é a forma como o Papão está jogando, sempre na superação, com os atletas se doando fisicamente em bravura acima do normal, para compensar a falta de padrão de jogo. Como qualquer time desarrumado, o time bicolor está suando além da cota para ser competitivo.

Fonte: O Liberal

24 de ago de 2011

Novas camisas de treino do Paysandu


Ontem (terça-feira), o Paysandu já usava seu novo uniforme de treinamento da lotto, portanto resolvi criar o modelo em 3d para aqueles que ainda não viram o uniforme.

Papão encara jogo decisivo

Quem chega a Curuzu nesses dias e vê os grupos de torcedores conversando pode ter a certeza que o teor das palavras é o mesmo. Para os bicolores, uma vitória do mingo sobre o Luverdense-MT no retorno ao Leônidas Castro tem mais significados que além dos números. Os três pontos não só garantiriam a manutenção entre os dois primeiros lugares mesmo, folgando na rodada seguinte, como deixaria o time com a possibilidade de decidir uma das duas vagas em casa, como mudaria substancialmente o moral da equipe. Por mais que tenha tido uma vitória emocionante sobre o Águia, o time ainda deve uma atuação empolgante para embalar rumo ao acesso. Entre os jogadores, chegou essa hora. “Encaramos esse jogo da mesma forma que a torcida. É decisivo, como uma final. É a chance de ter- m o s esse contato muito próximo com o torcedor e podemos dar uma arrancada muito grande. São vários aspectos nesse jogo, que envolve muita coisa”, confirmou Rodrigo Pontes.
“A gente necessita de uma boa apresentação dentro da nossa casa, diante do torcedor. Nada
mais propício que esse retorno à Curuzu. Particularmente, estou ansioso por esse contato. Estamos precisando de uma vitória e por isso a preocupação do Roberto nesses treinos”, completou o volante. Isso parece, de fato, ter se refletido no elen-o e na comissão técnica. As cobranças ontem não foram fortes apenas de Roberto Fernandes em relação aos atletas, mas entre eles também (ver matéria). Para quem entra em campo, o momento é o de focar ao máximo nessa
vitória. “Não tem nada perdido. O grupo é equilibrado e uma rodada muda muita coi-
sa. Não podemos nos abater e sim refletir sobre os acontecimentos. Esses pontos não voltam e temos que fazer uma nova história no próximo jogo”, comentou o centroavante
Josiel.

Fonte: O Liberal

21 de ago de 2011

Julinho ex-atacante do Paysandu



O vídeo acima mostra o gol de um dos melhores jogadores que o Paysandu contratou no ano de 1997 para a disputa do campeonato estadual e nacional, pra quem não lembra ou não viu jogar esse era o Julinho.

Bons resultados atenuam teimosia do treinador

O treinador Roberto Fernandes (foto abaixo) já demonstrou sinais de teimosia e algumas incoerências, principalmente quando treina uma equipe e escala outra. Mas, com ou sem contestações, o bicolor está na liderança da competição e isso absolve qualquer preparador
técnico. Se tiver conseguido pontuar ontem, em Marabá, o Paysandu deu um passo gigantesco rumo a classificação. Historiadores lembram que o cenário é bem parecido com de Joel Martins, que comandou o primeiro time bicolor campeão brasileiro. A torcida brigava, mas o time era imbatível em casa.

Fonte: O Liberal

20 de ago de 2011

Camisa Retrô


Paysandu, em conjunto com a Lotto, lançou no ano de 2010 uma versão retrô do seu tradicional uniforme. Fiz este modelo 3d dela, que na minha opinião a camisa ficou simplesmente linda, pois além de não ter o excesso de logomarcas o tecido é da melhor qualidade (algodão).

Jogadores do Papão preferem Mangueirão

Em votação entre os profissionais do Paysandu foi manifestada preferência da maioria (cinco votos a mais) pela permanência no Mangueirão nesta Série C. Ao comunicar o resultado da votação ao
presidente Luis Omar Pinheiro, o técnico Roberto Fernandes fez questão de deixá-lo à vontade na sua intenção de transferir os jogos contra Luverdense e Araguaina para a Curuzu, como realmente aconteceu. Afi-nal, se o presidente está tão preocupado com renda, o assunto interessa igualmente aos trabalhadores do clube.

Fonte: O Liberal

STJD MULTA PAPÃO EM R$ 500

Em julgamento realizado ontem, na 4ª Comissão Disciplinar do STJD (Superior Tribunal de Justiça Desportiva), o Paysandu foi multado em R$ 500 por infração ao artigo 213 do CBJD (Código Brasileiro de Justiça Desportiva), “deixar de tomar providências capazes de prevenir e reprimir: desordens em sua praça de desporto e o lançamento de objetos no campo ou local da disputa do evento desportivo”. No jogo contra o Rio BrancoAC (1 a 1) houve uma interrupção pois, segundo o relatório do árbitro, “a torcida do Paysandu usou um laser na direção do rosto do goleiro adversário”. O clube corria o risco de perder até dez mandos de campo, mas pegou a pena
mínima.

Fonte: O Liberal

Assista Paysandu x Águia pela internet ao vivo

Para assistir ao jogo entre Paysandu x Águia ao vivo acesse: http://www.portalcultura.com.br/paginas/mult_tv_aovivo.php . Lembro a você internauta que é necessário ter o plugin do windows media player instalado no seu navegador (IE ou FIREFOX).

Goleiro Dida e Ari perdem espaço na Curuzu

No treino de ontem de manhã do elenco bicolor, o último antes da viagem da tarde a Marabá, teve uma dupla que se encontra em situação indefinida correndo ao redor do gramado. O goleiro Dida e o zagueiro Ari corriam de leve em busca do recondicionamento físico, mas ambos correm o risco de não permanecerem na Cuzuru. Ari é o caso mais emblemático. Em seu setor o elenco conta com sete jogadores (Vagner, Márcio Santos, Jorge Felipe, Tobias, Rodrigo Salomón, Leandro Camilo e Diguinho) e ele não parece estar nos planos da atual comissão técnica.
Depois de mais de um mês em tratamento, ele foi liberado pelo departamento médico e agora tem o caso nas mãos da diretoria. “O Ari foi liberado na sexta-feira no treino antes da final (do Campeonato Paraense, a segunda partida diante do Independente) e não foi relacionado por critérios técnicos. Na semana seguinte ele informou que ainda sentia dores e voltou a tratamento. Depois de 20 dias foi liberado e agora o procedimento é administrativo”, explicou o fisioterapeuta Júnior Furtado.
Já Dida, que se recupera de uma lesão nas costas, foi contratado após polêmico episódio antes da final do Parazão, quando teve uma conversa com um dirigente do Paysandu no dia anterior à partida, quando ainda defendia o Independente. “Não estamos cogitando a liberação de nenhum jogador agora. Temos três goleiros e pensamos que o Dida, quando for liberado pelo DM voltará a trabalhar no campo. Por enquanto, ele corre o mesmo risco de dispensa que todos os 30 jogadores”, disse o diretor de futebol Izomar Souza.

Azulão e Luverdense são adversários diretos

Os dois próximos adversários do Paysandu, Águia e Luverdense-MT, são também os principais concorrentes às duas vagas para a fase seguinte. Se conseguir bons resultados nesses compromissos, o Papão ficará numa condição muito boa em busca da classificação “Por coincidência, os nossos próximos adversários são os que estão mais pertos da gente, então mais do que nunca são adversários diretos. Matematicamente, estaremos classificados se vencermos os dois jogos”, salientou Roberto Fernandes.
O técnico bicolor sabe que as condições do Zinho Oliveira influenciarão seu time a forma como ele jogará, por isso os últimos treinos em Belém foram em campos com dimensões reduzidas, como em Marabá. “Não é uma preocupação excepcional. Procu-ro trabalhar situações de jo-
go e o campo em Marabá tem dimensões menores que as que treinamos e jogamos. E num campo menor e com um gramado irregular o choque é inevitável. O Rodrigo Pontes
é de choque, o Robinho não, por exemplo. Esses jogadores mais leves terão bem mais di-
ficuldades. O perfil da equipe muda”.
Entre os jogadores, há uma grande confiança de que o time possa trazer pontos do jogo de hoje. “Nosso elenco é forte. Independente de quem entra a equipe se mantém forte.
O treinador terá mais opções e todo mundo gosta de passar por essa situação. Ainda bem
que estão todos podendo jogar”, afirmou o lateral-direito Sidny. “Em nenhum momento esse time abaixa a cabeça. Já vi muito time se abater quando leva gol e isso não acontece com esse grupo. A gente sempre corre atrás e fica até o final em busca do resultado. Temos confiança no que podemos fazer”, completou o volante Charles Vagner.

Fonte: O Liberal

BANCO DE RESERVAS É DE ALTO NÍVEL

Se o time titular pode ter novidades, é no banco de reserva que estará a maior quantidade de reforços. O goleiro Fernando Vizzotto e o atacante Diogo Galvão, regularizados, e o meia Juliano, já condicionado fi sicamente, estarão á disposição o técnico Roberto Fernandes pela primeira vez na competição. O que aumenta sobremaneira as opções para mudar o jogo. “Preocupo-me com a equipe que começa e com a equipeque termina os jogos”, diz Fernandes. “A Série C tem muitas suspensões e contusões e até agora não repeti nenhuma formação por causa disso. O ideal é ter esse grupo todo à disposição”, completou o treinador.Juliano é o meia que o técnico quer utilizar. É o único no elenco com características de organizador, sem ser mais um dos que partem para o ataque com a bola dominada. Ele admite que fi cou surpreso ao ser relacionado, mas se garante pronto para entrar em campo se for preciso.“Confesso que não acreditava que seria relacionado, foi uma surpresa. Conversei com o Roberto e disse a ele que a vontade é muito grande e que estou numa boa condição física. Só de participar do coletivo já é muito legal. Voltar a fazer parte de uma viagem como essa me deixa muito satisfeito. Estou totalmente pronto para quando entrar poder corresponder”.
Diogo Galvão deveria ter sido relacionado para o jogo contra o Luverdense-MT, mas não foi regularizado, o que só aconteceu agora.

Fonte: O Liberal

Papão x Águia vale a liderança

Aguia e Paysandu voltam a se enfrentar 13 dias depois da heróica vitória bicolor na 4ª rodada do Campeonato Brasileiro, Série C. O jogo em Belém foi decidido apenas nos descontos, com um gol salva-dor do volante Rodrigo Pontes. Assim como há duas semanas, o Papão continua líder e o Azulão em terceiro. Quem vencer fica com a primeira colocação e com uma posição bastante
confortável. Se os três pontos ficarem com o time bicolor, será um passo importantíssimo
rumo à classificação para a fase seguinte, visto que dois dos três jogos que restarão serão
na Curuzu.
O técnico Roberto Fernandes, do Paysandu, só divulgará a formação titular da equipe 45 minutos antes das 19 horas, quando começa a partida no Zinho Oliveira. A dúvida, se
é que ainda persiste, está entre a dupla de armadores que vai a campo. No coletivo de quarta-feira Thiago Potiguar e Robinho foram os titulares, mas Luciano Henrique tem sido um dos mais regulares do time. Como Rafael Oliveira vem crescendo de rendimento no ataque, a hipótese de um dos meias, todos com características ofensivas, ser adiantado, cai por terra. Portanto, um deles irá ficar como opção de banco.“Estou tranquilo quanto a isso. Temos muitos jogadores de qualidade dentro do grupo e é normal que haja variações. Acho até que dá para jogarmos todos juntos, dependendo do jogo não tem problema algum. O importante é que quem entrar estar pronto”, afirma Luciano Henrique.

Robinho vem sendo titular em quase todos os jogos, mas é ele quem sai quando Thiago é utilizado. Melhor fisicamente, o ídolo bicolor passou a ser dado como certo entre os onze que começam. O meia mineiro sabe das dificuldades que serão encontradas em Marabá, em especial
por causa das condições do gramado, mas afirma acreditar que o Papão poderá superar o adversário, mesmo como visitante. “Lá é mais fácil para quem tem que marcar. O campo é
pequeno e a pegada fica mais forte. Nós temos que jogar com inteligência, mesmo se o
campo não ajuda. Temos que marcar forte, também, e evitar que o time deles jogue. Quem
quer ser campeão da Série C não escolhe o lugar”, disse. “O Águia é sempre difícil, ainda mais em Marabá. Nós estamos preparados para ir buscar um bom resultado lá”, completou Robinho.
Thiago foi titular em um só jogo da Terceirona, justamente o jogo de ida com o Azulão. Ainda não foi a atuação que pode fazer, o que espera conseguir hoje. “Eu e o Robinho estamos esperando essa oportunidade do treinador. Estou treinando forte porque a sequência de jogos é pesada e quem está no elenco tem que ficar sempre preparado. Espero que seja a minha vez. Se for titular de novo é porque estou pronto, bem melhor preparado. Espero ter uma grande atuação e ajudar o time a chegar a mais uma vitória”.
Ano passado o meia marcou um, gol de falta no Zinho Oliveira. Ele sabe muito bem o quanto as bolas paradas poder ser decisivas em Marabá. “Lá vai ser muito difícil porque o campo é pequeno, então é mais difícil ainda para quem é veloz como eu, por exemplo. Por isso as bolas paradas ganham em importância. O gramado não é bom e o Águia sabe jogar lá, o que só dificulta mais as coisas”, lembra Thiago.

Fonte: OLiberal

18 de ago de 2011

Coluna do Carlos Ferreira - O Liberal

Papão trata de reconquistar sócios torcedoresAtravés de melhores serviços de atendimento, com mais tecnologia e maior atenção, a empresa Ingresso Fácil, do Grupo BWA, que assumiu a gestão do “Sócio Torcedor” do Paysandu, está tratando de reconquistar a credibilidade do Programa junto à torcida para buscar novas adesões. O Programa chegou a ter cerca de 900 adesões, mas restam menos de 200 pagando regularmente as mensalidades. Por enquanto, a renda não está pagando nem os custos, segundo o presidente Luis Omar Pinheiro. O Papão percebeu que andou para trás ao se precipitar no lançamento do “Sócio Torcedor” no f inal de 2009
com a empresa goiana Web Marketing. Foi um desastre! Público mal atendido, decepção geral, descrédito. Como agravante, o clube não se empenhou em cumprir os compromissos de vantagens aos torcedores. Até o final do ano o trabalho da Ingresso Fácil será para zerar a dívida de compromissos do clube, mostrando na prática a eficiência da nova gestão do Programa. Se o Papão de-colar na Série C e obtiver o acesso à Série B, a empresa intensificará imediatamen-
te as ações de conquista de adesões para consolidar o Programa em 2012.

Bicolor vai se unir ao Leão pela “terra prometida”

Depois de anunciar que o Paysandu desistiria da área oferecida pela Orefeitura de Mari-tuba à margem da alça viária, o presidente Luis Omar Pinheiro fez reavaiação e disse ao colunista que vai lutar pela “terra prometida”, como também garantiu o presidente do Remo, Sérgio Cabeça. Os dois clubes devem se unir na mobilização de padrinhos políticos para que o governador Simão Jatene avalize a doação prometida pelo prefeito Bertoldo Couto, de Marituba. São 120 mi l metros quadrados para cada clube, lado a lado, a quatro quilômetros da BR 316, para aproveitamento com Centro de Treinamentos e Sede Campestre. Tanto Paysandu como Remo focam também num “plano B”. O Papão tenta convencer o empresário Satoshi Sató a negociar
seu campo em Ananin-deua. O Leão está na expectativa da aquisição do campo do Sacramenta, em comodato, por um grupo de empresários que está fechando parceria com o clube azulino nas categorias de base.

Torcidas organizadas do Papão se juntam hoje à tarde na Curuzu para manifestação de apoio ao time e ao técnico Roberto Fernandes. A intenção é transmitir confiança para o jogo de
sábado contra o Águia, em Marabá. É uma iniciativa muito oportuna, depois do fuzuê causado pelo presidente Luis Omar Pinheiro na atitude agressiva e intempestiva de sábado em Lucas do
Rio Verde, quase provocando a saída da comissão técnica.

Muito apropriada a forma como o Paysandu puniu os jogadores Andrey e Rodrigo Pontes por terem brigado num treinamento do fim de semana. Cada um terá que doar para uma insti-tuição assistencial cestas básicas num valor correspondente a 10% do salário. E a doação terá que ser feita diante da imprensa. Isso é indisciplina com solidariedade!

Luciano Henrique, Robinho e Thiago Potiguar. Dos três, dois serão escalados para o jogo contra o Águia, segundo o técnico Roberto Fernandes, que pela primeira vez admite a possibilidade de co-
locar Luciano Henrique no banco e escalar Thiago Potiguar e Robinho juntos no meio de campo. Sidny de volta à lateral direita e Rodrigo Pontes ao meio de cam-po. No mais, o mesmo time que empatou com o Luverdense.

Jean continua na lateral


Com a contusão de Fábio, o lateral-esquerdo Jean vai para a segunda partida como titular e, mesmo sabendo que sua entrada na equipe não foi por critério técnico, tenta usar das oportunidades para permanecer entre os titulares. “Consegui uma boa atuação no primeiro jogo e tem mais essa. Espero deixar essa dúvida para o Roberto decidir depois. Eu estou pronto para quando for acionado”, comentou.Jean sabe que um dos fatores de dificuldade para o jogo de sábado é o fato de que as duas equipes se conhecem bastante, já que ambas se enfrentaram em
duas oportunidades em pouco mais de um mês. “Vai ser a terceira partida entre esses times e as dificuldades sempre aumentando. O Papão está bem na competição e vamos manter nosso objetivo
que é permanecer na liderança”, disse.

Fonte: O Liberal

Thiago diz estar melhor preparado



“É o que espero, que seja a minha vez”. A presença de Thiago Potiguar entre os titu-
lares é o que a torcida quer ver faz tempo. Mas os dias posteriores à chegada do futebol chinês foram complicados para ele. Fisicamente estava bem, mas faltava-lhe ritmo de jogo. Não era para menos para alguém que estava há quase um mês jogando poucos minutos das partidas. Ele começou o jogo de ida com o Águia e não esteve tão bem. Agora, afirma que será diferente se for confirmado entre os onze. “Se for titular de novo vai ser diferente, agora bem melhor prepara-
do. Espero ter uma grande atu-ação e ajudar o time a chegar a mais uma vitória”.
A parceria com Robinho deixará o time bem mais leve, veloz e habilidoso. Mesmo sem falar como titular absoluto, deixar passar uma expectativa tremenda. “Eu e o Robinho estamos esperando essa oportunidade do treinador. Eu estou treinando firme e forte e tem que ser assim. A sequência de jogos é pesada e quem está no elenco tem que ficar sempre preparado”, disse. “Nosso time tem uma liderança a defender e se vencermos, vamos ficar numa situação muito boa na tabela”, completou Potiguar. Na Série C do ano passado o meia potiguar deixou sua marca, curiosamente numa cobrança de falta, o que não é sua característica. Ele ressalta que as bolas paradas podem decidir um jogo com essas características e que o time vem treinando bastante
esse fundamento. “Lá vai ser muito difícil porque o campo é muito pequeno”

Paysandu treina no Kaza

O coletivo de ontem à tarde teve outra novidade nas quatro linhas que não necessariamente em relação aos jogadores. Ela foi, justamente, nas quatro linhas. Para melhor adaptar o time, as dimensões do gramado do campo do Kaza, em Ananindeua, foram diminuídas para as mesmas do Zinho Oliveira (100 x 60 metros). O treino de hoje, o apronto final, será no mesmo local.De acordo com o técnico bicolor, é uma atitude natural para melhor adaptar o elenco que vai encarar o Zinho Oliveira pela primeira vez, caso da maior parte dos jogadores
do Paysandu. “Não diria que é uma preocupação excepcional. Procuro trabalhar situações de jogo e o campo em Marabá tem dimensões menores que as que treinamos e jogamos.
É completamente diferente. São dez metros a menos. Por isso, tomamos essa providência para trabalhar hoje (ontem)”, explicou Roberto Fernandes.No entanto, essa adaptação não tem como evitar algumas difi culdades que acontecerão. Com um campo menor e um gramado irregular e duro, o choque é bem maior, o que pode prejudicar bastante a linha de ataque do Papão,
quase toda ela formada por atletas mais leves. “Muda bastante. Num campo menor e com um gramado irregular o choque é inevitável. O Rodrigo Pontes é de choque, o Robinho não. Esses jogadores mais leves terão bem mais difi culdades. O perfil da equipe muda”,afirmou treinador. Entre os jogadores, as opiniões são semelhantes. O meia Thiago Potiguar, a ser confirmado entre os titulares, será um dos que mais sofrerá com as condições do gramado. Rafael Oliveira é um dos que pode se beneficiar com seu jogo calcado no contato físico. Ele acredita que os ensaios da semana serão suficientes para sanar qualquer problema nesse sentido.

Fonte: O Liberal

Robinho é lançado no Papão


começo do coletivo do Paysandu, ontem, teve na sua formação titular aquela que a maior parte da torcida bicolor quer ver em campo: Robinho e Thiago Potiguar na armação. Roberto Fernandes, fiel a seu estilo, não confirmou a mudança. Ele só costuma dar os nomes dos onze titulares no prazo limite, 45 minutos antes do apito inicial. O volante Rodrigo Pontes e o lateral-direito Sidny, ausentes da partida anterior por conta de suspensões, estão mais do que garantidos. Pela primeira vez na competição o treinador teve quase todo o elenco à disposição. Para ele, é a dor de cabeça que espera ter sempre. “Essa dor de cabeça na Série C, pelas características da competição, praticamente não existe. Os problemas de cartões são constantes. Até agora não repeti nenhuma formação por causa de lesões e suspensões. O ideal é ter esse grupo todo à disposição para poder ter tranquilidade para escalar a equipe”, explicou Fernandes.O time que começou o coletivo teve: Alexandre Fávaro no gol; Sidny, Vagner, Márcio Santos e Jean na defesa. Charles Vagner, Rodrigo Pontes, Thiago Potiguar e Robinho no meio-de-campo; Rafael Oliveira e Josiel no ataque. Depois, várias mudanças foram feitas. Fernandes salientou que, a despeito de qualquer dificuldade que o gramado do Zinho Oliveira possa trazer, quem mais vai complicar a vida bicolor é o próprio time marabaense, obrigando o Papão a se superar mais uma vez. “Disse que se o Águia conseguisse manter o futebol daquele jogo, as chances de dois times paraenses se classificarem são grandes”.
O técnico bicolor ressaltou que nas duas próximas rodadas os adversários serão os concorrentes diretos às duas vagas para a fase seguinte e bons resultados podem garantir por antecipação o
Papão entre os classificados. “Por coincidência os nossos próximos adversários são
os que estão mais pertos da gente, então mais do que nunca são adversários diretos. Matematicamente, estaremos classificados se vencermos os dois jogos, mas nem quero comentar sobre isso. Só aumentaria demais a ansiedade”. O fato do time estar invicto há oito jogos, contando desde o Campeonato Paraense, é algo que o técnico procura nem pensar a respeito. Roberto Fernandes frisa que “é bom nem pensar nisso. É uma estatística boa para o torcedor, para a imprensa que trabalha com números, mas temos que focar é na liderança, se sairmos de Ma-rabá em primeiro lugar é porque continuamos invictos”.

Fonte: O liberal

17 de ago de 2011

Paysandu x Peñarol (URU)

Vagando pela internet encontrei esta imagem muito interessante, é um jornal que fala sobre o jogo entre Paysandu x Uruguai, ops! Peñarol, time que era base da seleção uruguaia daquele tempo.

Alma Celeste convoca torcida

A Banda Alma Celeste está convocando a torcida bicolor para mais uma batalha! Para saber mais sobre a Banda entre em contato com eles através do links: https://twitter.com/#!/_almaceleste ou http://www.bandalmaceleste.com.br .

Remo 100 dias sem jogar


Muitos usuários do Twitter já se programam para um dos eventos mais importantes do ano: Centenário do Remo - 100 dias sem jogos oficiais. Recebi por email hoje pela jogar manhã do @_remosemjogar o cartaz do evento e resolvi compartilhar com a nação alvi-azul.

Wallpapers do Papão



Paysandu x Águia - Série C 2009



O jogos entre Paysandu e Águia costumam ser emocionantes, portanto se você não estiver preparado para fortes emoções não recomendamos assistir a esses jogos. O vídeo acima mostra uma das partidas entre as duas equipes no campeonato brasileiro da série C de 2009, vale a pena conferir.

Coluna do Carlos Ferreira - O Liberal

Luis Omar faz um esclarecimento importante para a decisão de levar para a Curuzu
os jogos contra Luverdense e Araguaina. Alega que para jogos no Mangueirão são
produzidos 31 mil ingressos, que implicam em cerca de 1,5 mil gratuidades. Na Curuzu,
16 mil ingressos, cerca de 700 gratuidades garantidas pelo Estatuto do Torcedor. Enfim,
com custos menores, a Curuzu comporta o público que tem ido ao Mangueirão.

Direitos de transmissão (TV) da Série C são tratados por convenção. Não há uma normati-
zação. Pelo convencionado desde 2008, não há sentido na posição do Luverdense/MT, proces-
sando a TV Aldeia-AC na Justiça pela transmissão do jogo contra o Rio Branco, no Acre, para
o público acreano, nem na ameaça à TV Cultura-PA para a hipótese de transmissão do jogo
contra o Paysandu, em Belém, para o público paraense. Mas, por ser apenas uma convenção,
legalmente nada deve impedir o clube matogrossense de cobrar o que pretende.

iberado pela Justiça Desportiva para trabalhar à beira do campo em Marabá, sábado, Roberto Fernandes trata de ajustar o time bicolor. Como Rodrigo Pontes está de volta ao meio de campo, o técnico deve optar por dois zagueiros e dois meias. Mas é possível que Sandro seja mantido no time, agora como meia. Jean vai continuar na lateral esquerda, já que Fábio Gaúcho continua
em tratamento médico

Fonte: O Liberal

Papão agora tem "tabu" a seu favor

A derrota para o Ypiranga, por 2 a 1, num amistoso em Macapá no mês de maio, foi a última do Paysandu. A partir de lá, oito jogos com cinco empates e três vitórias. Uma invencibilidade para o time bicolor defender sábado em Marabá, diante do Águia. No último confronto que Águia e Paysandu tiveram em Marabá, em maio, pelo campeonato estadual, o time marabaense
venceu por 3 a 1 e eliminou o Papão do segundo turno. Na invencibilidade a ser defendida sábado, o Paysandu venceu o Izabelense (amistoso), Araguaina e Águia (Série C). Empatou com o Indepen-dente (duas vezes na decisão estadual), Águia (amistoso), Rio Branco e Luverdense (Sé-rie C). Toda essa trajetória é do técnico Roberto Fernan-des, que já teve dois contatos diretos com o próximo adversário, mas somente em Belém. O treinador, como a maioria dos jogadores, não conhece o terreno irregular e o diminuto gramado de 100 x 65 metros do estádio Zinho Oliveira, onde o futebol tem contato físico e lances aéreos acima do normal. Mas somente com essas informações já deve ter percebido que seu time terá que ser muito valente e atento para ser feliz no sábado, num jogo em que o Papão (8 pontos) tanto pode avançar na liderança do grupo como pode perdê-la para o próprio Águia (7 pontos).
Só por curiosidade, no jogo de Belém o Paysandu quebrou a invencibilidade do Águia (9 jogos)
ao fazer 2 a 1 no último minuto com o “gol samurai” de Rodrigo Pontes.

STJD libera Roberto Fernandes


O dia do retorno aos treinos depois do empate com o Luverdense-MT terminou com uma notícia muito boa para o Paysandu. No final da tarde a 3ª Comissão Disciplinar do STJD (Superior
Tribunal de Justiça Desportiva) acatou o pedido do departamento jurídico do clube e concedeu efeito suspensivo ao técnico Roberto Fernandes. Semana passada ele foi punido com quatro jogos de suspensão e cumpriu um em Lucas do Rio Verde (MT). Agora, espera pelo julgamento no
Pleno do STJD Na estreia do Papão na Série C, dia 18 julho, a vitória de 1 a 0 fora de casa sobre o Araguaína-TO, Fernandes foi excluído pelo árbitro goiano Fabrício Nery Trindade, que relatou na súmula que o treinador teria dito “Manda esse corrupto, ladrão, me expulsar, se ele for homem”. Fernandes foi julgado no artigo 243-F, parágrafo primeiro, do Código Brasileiro de Jus-
tiça Desportiva (“ofender alguém em sua honra, por fato relacionado diretamente ao desporto”) e foi punido com quatro partidas de gancho e mais multa de R$ 1 mil. Entre os jogadores, a presença de Fernandes na beira do gramado no próximo sábado, em Marabá, será algo que trará apenas benefícios ao time. “É importante. Sentimos a falta dele quando não está por perto. Já trabalhei antes com o Roberto e sei como ele nos rotina bastante. A falta dele é muito sentida”, afir-mou o lateral-direito Sidny. “A gente entende menos quando está o Zé do Carmo. Vai ser bem melhor com o Roberto na beira do campo. Ele sabe mais os sinais que nós entendemos, então fica mais fácil de entender”, confirmou o meia Robinho. O volante Charles Vagner ressaltou, inclusive, a permanência do treinador no clube após o “disse e me disse” do final de semana, quando chegou a entregar o cargo por conta de uma reação exagera da do presidente Luiz Omar Pinheiro. “A gente fica um pouco intranquilo. O Roberto foi quem trouxe a maioria dos jogadores e ficamos preocupados com essa possibilidade, infelizmente quem está no futebol sabe que essas coisas acontecem, mas ainda bem que tudo deu certo”. Para o jogador, o empate no último final de semana foi encarado pelo elenco como um excelente resultado,
sem motivo para que tivesse gerado tanta ressonância negativa.

Fonte: O Liberal

Papão volta para a Curuzu



A diretoria do Paysandu entrou ontem com ofício na Federação Paraense de Futebol solicitando a mudança de local dos dois jogos que ainda restam ao time, em Belém, nessa primeira fase. Os confrontos com o Luverdense-MT (28 de agosto, 7ª rodada) e Araguaína-TO (18 de setembro, 10ª) devem sair do Mangueirão para a Curuzu. O motivo que levou ao pedido de mudança foram os custos de utilização do estádio estadual, que não estavam compensan-do para o clube, mesmo com o comparecimento da Fiel nos dois jogos realizados no está-dio Olímpico Edgar Proença.
Por mais que o Papão tenha os dois melhores públicos da Série C, nas duas ocasiões o público pagante caberia no Leônidas Castro, onde a renda é praticamente toda do clube. No dia 25 de julho, o empate em 1 a 1 com o Rio Branco-AC rendeu R$ 210.755,00 com público pagante de 12.181 (o maior da competição). A vitória de 2 a 1 sobre o Águia, dia sete de agosto, teve R$ 177.915,00 de renda e 11.556 pagantes.Para os jogadores, a mudança será boa por causa da proximidade com a torcida, que pode compensar a diferença de qualidade (para pior) do gramado da Curuzu em relação ao do Mangueirão. “A torcida estará mais presente, vai encher o estádio e nos apoiar. Quem está aqui não pode escolher, tem que jogar em qualquer lugar”, afirmou Robinho. De acordo com Sidny, por mais que os novatos não tenham jogado ainda na
Curuzu, o fato de treinarem no local pode facilitar essa “adaptação”. “Para a gente que está aqui faz tempo vai ser até mais legal, por já estarmos acostumados. A rapaziada que chegou depois estranhar um pouco. Mas, como a gente treina muito aqui talvez não estranhe muito. Acho que é uma mudança normal. A grama é diferente do Mangueirão, mas não teremos dificuldades”.Com Dida ainda lesionado - com especulações de que pode ser dispensado - e as opções sendo apenas dois garotos do sub-20, o goleiro Fernando Vi-zzotto deve ser o suplente no sábado se for regularizado a tempo. “Fiquei sem treinar com bola poucos dias. Só para
acertar minha vinda. Até sexta-feira quero ficar à disposi-ção do Roberto para ir para o
jogo”, comentou Vizzotto.

Fonte: O Liberal

16 de ago de 2011

Uniforme 2011


Aqui temos uma versão 3d do novo modelo do uniforme 2011 que o Paysandu utilizará no campeonato brasileiro da série C.